sábado, 20 de agosto de 2011

Quarto e Quinto mês e o impasse do batizado.



Após as turbulências do terceiro mês, dias antes do Gustavo completar quatro meses tivemos a felicidade de batizar o Cássio (que é filho de minha prima), foi um momento muito gostoso e fiquei radiante por ser madrinha (mesmo que não tão presente pq tenho um pequeno para cuidar eu amo muito meu loirinho). Com esse momento começei a questionar meu marido quando iríamos batizar o Gustavo e com isso surgiu um impasse: Quando descobrí que estava grávida prontamente disse para o Jocimar que meu irmão sería o padrinho, afinal só tenho um irmão e tal..., ele então disse que quería que um irmão dele tb fosse padrinho ou madrinha e eu dei a idéia de ser a Rafa (a minha cunhada mamãe da Valentina), o convite foi feito em outubro de 2009 e eu fui bem clara que iria batizar meu filho até dezembro de 2010, dei todo esse tempo para ela pois ela não é batizada na igreja católica e com todos os acontecimentos em 2010, já estávamos em setembro e nada dela nem ir na igreja se informar, como sou católica crismada e tal sei que isso é um processo lento, de aproximadamente 1 ano de catequese e tal e não quería esperar muito mais para batizar meu pequeno, tive então que conversar com ela e dizer que eu iria batizá-lo até dezembro e ela não podería ser a madrinha do Gustavo, me sentí muito mal com essa história e meu marido sugeriu que convidássemos a noiva do meu irmão para ser a madrinha (que inicialmente era minha escolha, só que namoravam pouco e tal, então ele quis a irmã), mas como Deus escreve certo por linhas tortas acabou sendo Path a madrinha.




Fui na igreja que casamos e descobrí que só iria conseguir batizá-lo em dezembro e eu quería antes, então pensei que sería perfeito se conseguisse batizá-lo no dia que completasse 6 meses, fui na paróquia aqui perto de casa e como os planos de Deus são perfeitos o dia do batismo sería 21 de novembro de 2010, perfeito! Inscreví o Gustavo e fui rumo a recepção no dia do batismo, regada a visitas ao Mercadão de Madureira e ao meu preferido: Saara.


Nesses meses também recebemos a visita de minha amiga até então virtual Júlia e sua pequena Alexis, nos conhecemos um pouco antes deles nascerem (Alexis é 5 dias mais velha que o Gu) e elas moram nos EUA, porém a Júlia é daqui do Rio, da Vila da Penha que nem é tão longe assim daqui de Bangu. Passamos um dia muito gostoso e Júlia trouxe várias roupínhas da Carters para o Gustavo, comprei váaaaarias coisas e paguei a bagatela de R$ 140,00, isso por aqui não dá nem para três conjuntos mais bonitinhos e estilosos. Desde então nos tornamos amigas mais que virtuais e fico muito ansiosa para a nova visita dela, que por sinal será ainda este ano, imagino nossos pequenos agora já maiores brincando, será o máximo!



Aos 4 meses Gustavo começou a coçar demais a gengiva e tinha horas que chegava a morder meu queixo, a sensação é gostosa e única, com 5 meses ele ganhou de uma vez os dois dentinhos incisivos frontais de baixo, meu bebezinho não tinha mais uma gengiva linda! Ahhh, também começou a sentar sozinho e a ensaiar o engatinhar.


Uma semana antes do batizado meu irmão fez um ensaio fotográfico com o Gustavo pois eu quería fazer uma lembrança para os convidados e um papel de arroz para colocar no bolo, as fotos ficaram lindas, e é lógico que irei compartilhar com vocês.











Meu pequeno príncipe ficou lindíssimo nas fotos e destas aproveitei duas: Uma para a lembrança e outra para colocar no bolo e todos adoraram. No próximo post contarei como foi o grande dia do Batismo do Gustavo e a saga continua, rsrsrs! Beijocassss

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O terceiro mês e vários acontecimentos

Dia 21 de agosto meu príncipe estava completando seu primeiro trimestre, porém começamos o dia com uma notícia muito ruím: Minha cunhada que havia tido bebê a 4 dias teve eclâmpsia pós parto dentro de casa, minha sogra ligou desesperada de madrugada para nossa casa e eu é claro que não dormí uma gota de sono de tanta preocupação, orei muito pela vida dela, pois sei que eclâmpsia pós parto tem um alto índice de mortalidade, mas graças a Deus quando o dia amanheceu ligamos para meu concunhado e ela estava bem, apesar de tudo, mas no CTI. Tomamos banho e café e fomos direto para a casa deles, lá amamentei a Valentina que estava cheia de fome e após isso dormiu por longas 4 horas de sono (algo que nunca presenciei com Gustavo, rsrsrs!). Após o almoço fomos visitar minha cunhada e já preparei todos para o pior (ela estar entubada, sedada e tal), mas graças a Deus novamente ela estava bem, conversando e com os seios explodindo de tanto leite, pedimos para o marido dela comprar uma bomba para ela tirar o leite e quando a bomba chegou eu a ensinei a retirar o leite e o horário da visita terminou, voltamos para casa muito mais aliviados e confesso que morrí de pena da Valentina e da Rafaela (minha cunhada). À noite apesar de muito cansados e tristes com tudo que aconteceu rolou o bolinho do Gustavo e até que deu para distrair um pouco, mas meu coração doía só de pensar em tudo que minha cunhada estava passando.




Durante a semana minha cunhada foi melhorando e no final de semana seguinte ela teve alta hospitalar, fomos a família toda visitá-la e com isso passei um dia inteirinho sendo ama de leite da Valentina, foi um dia muito gostoso.



A partir daí Gustavo começou a ficar muito mais esperto, já sorria muito com as minhas palhaçadas, o pediatra mandou começar a dar frutinha raspadinha, eu fui contra, acho que a melhor coisa é a amamentação exclusiva até o 6° Mês, mas como mamys estava junto na consulta ela quis dar e eu deixei, mas percebí que ele ainda não estava pronto para receber alimentos e resolví não dar mais vezes.




Meu pequeno começou a rolar e ficar de bruços totalmente durinho, lindo, lindo! E no dia anterior ao meu aniversário eu estava muito chateada pois meu marido tinha batido de carro e ficaría uma semana sem trabalhar, sendo ele taxista significava uma semana sem dinheiro e isso me abalou muito, mas como Deus é maravilhoso ele fez meu pequeno me dar uma enorme felicidade, eu estava brincando com ele e repentinamente ele deu sua primeira gargalhada e não parava de rir, eu fiquei tão feliz que me emocionei, na hora marido estava com a camera na mão e filmou tudinho, foi um momento inesquecível! Aquela gargalhada alegrou minha alma, a partir daquele momento fiquei tão feliz que esquecí tudo de ruím que tinha acontecido recentemente.




Link do vídeo da primeira gargalhada do Gustavo:

http://www.youtube.com/watch?v=oDZ8OmLhOYA


Retornandooooo!

Olá queridas amigas, estou super mega em falta por aqui, mas também com filho pequeno, trabalhando e mais marido fico totalmente sem tempo, então prepararei um novo post resumindo o primeiro ano do Gustavo e depois falarei dos acontecimentos mais atuais.

Beijocas a todas e espero que me compreendam!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Segundo Mêsversário

Depois de 60 dias numa rotina de 24hx7dias eu já me sentía uma verdadeira expert em cuidar do meu filho, a rotina a cada dia mais fascinante e todos os dias eu podia observar uma gracinha nova, algo diferente, meu bebê começava a interagir com o mundo. Os lindos cabelos negros já estavam por cair e deixavam rastros por toda a casa, eles ficavam no lençol, toalha, travesseirinho e até em mim, morrí de pena, pois pensei: Agora sim meu filho vai ficar careca, vai puxar os pais quando nasceram! Mas mesmo caindo bastante ele ainda era muito mais provido de cabelos do que os pais.




Gustavo estava se tornando um verdadeiro rueiro! Como gostava de ir para a rua passear, assim como a mãe. Aqui perto de casa existe uma feira de malhas e todos os finais de semana extendíamos nosso passeio matinal ao lugar da feira e todos os expositores se mostravam admirados quando viam o meu príncipe, achando ele lindo e muito atento a tudo.




Com o segundo mês vieram as festas caipiras e é claro que fomos a uma de uma ONG que meus tios ajudam, o Gustavo foi a rigor e se comportou direitinho. No final de semana seguinte aconteceu a festa Julina do Grupo de ginástica que minha mãe participa e fomos para a festa, o Gustavo adorou, estava um barulho imenso e ele ficou tão quietinho no colo da vovó que aproveitou para exibir o neto para as amigas.





Após as vacinas iniciais me sentí mais confortável de levá-lo para a rua e começamos a visitar algumas pessoas como a Bisa e alguns amigos, não que eu me sentisse segura em sair com meu rebento, mas pensei: Se minhas primas tem filho e não criam com frescura e graças a Deus eles não tem nada, porque o Gustavo tem que ficar trancado em casa? Deus com certeza iria proteger meu gostoso.




No primeiro dia dos Pais do Gustavo resolvemos fazer um churrasco na casa do meu pai e encomendei uma blusa cheia de fotos do Gustavo para dar de presente para o papai e quando ele recebeu o presente ficou emocionado, foi um dia muito agradável e vieram meus cunhados e minha sogra também.



Um belo dia Gustavo estava se mexendo tanto que num descuido ele chutou a câmera fotográfica de cima da cômoda e ela caiu e quebrou! Nossa, como fiquei chateada, afinal agora eu não podería mais tirar tantas fotos quanto antes. Mas o mais importante são as lembranças que ficam no coração. O segundo mês para mim vai ficar marcado na memória com imagens do Gustavo batendo os braços e pernas na banheira, mexendo tanto o corpo que batia com a cabeça no encosto da banheira e a partir dali pude sentir que a cada dia sería mais trabalhoso, enfim meu Gustavo não era mais um recém-nascido.


sábado, 5 de fevereiro de 2011

Primeiro Mêsversário

Dia 21 de junho de 2010, nossa, que dia especial para nós! Um mês passou voando e nosso bebê agora já fazia várias gracinhas, balançando os braços, as perninhas, balbuciando e prestando atenção na tv. Compramos seu primeiro DVD: A Galinha Pintadinha! Ele ficou muito atento e eu decorei todas as músicas para cantar para ele.




À noite fizemos um bolinho para comemorar o primeiro mês de vida do nosso príncipe, um mês de transformação em nossas vidas, de noites mal dormidas, de trocas de fraldas e banhos e uma rotina exaustiva, um mês de felicidade plena!





Nunca achei que fosse ser feliz mediante a tantas mudanças em minha vida, mas ser mãe é algo inexplicável. Todas sempre expõem as coisas ruíns e tudo que deixamos de fazer e ser, e principalmente a palavra Egoísmo é algo que não existe mais em nossas vidas, mas sinceramente nunca me sentí tão feliz passando por tudo isso, pois tudo é muito prazeroso!





Agora já saíamos mais de casa, na consulta ao pediatra o Gustavo tinha ganho mais de 1Kg e crescido 5cm, estava ótimo mamando muito no peito, às vezes de hora em hora. Eu estava emagrecendo a cada dia e retornando a minha forma antes da gravidez. Mediante a minha constante vontade de sair, comecei a passear mais com ele. Fomos a festinhas de aniversário, chá de bebê, ao Shopping e também ficávamos a tardinha no portão pegando um solzinho, minha vida estava numa doce Rotina!




Os banhos se tornaram prazerosos, também eu comecei a deixar a água mais quentinha e a estimular o Gustavo a bater as perninhas e braços, com isso ele passou a adorar a hora do banho, que acontecia de 2 a 3 vezes por dia, dependendo da temperatura do dia. Ele descobriu o móbile do carrinho e pareceu hipnotizado por ele, foi uma cena linda! Um belo dia ele conversou tanto que conseguí filmar e com certeza essa cena foi um marco na minha vida!




Depois de um mês de quase reclusão tive a oportunidade de sair pela primeira vez, como já tinha leite artificial em casa fiquei mais tranquila e fui resolver umas coisas em Bangu, é impressionante a sensação de liberdade e de que a sua vida continua igual em algum momento, parece que tive um reencontro comigo mesma, me sentí normal! rsrsrs! Porém meus minutos longe do Gustavo logo pareceram uma eternidade e em aproximadamente 1 hora eu já retornei para casa, mas a saída foi boa por dois motivos: O primeiro e principal foi que eu ví que o Gustavo estava muito bem acompanhado por minha mãe e que eu podia confiar completamente nela para tomar conta dele, o segundo foi que ví que no fundo eu precisava de um tempo sozinha, um tempinho só meu e tive aquele tempo para refletir o turbilhão de coisas que virou minha vida.





Após desta primeira saída em um sábado qualquer meu marido ficou em casa e resolví ir ao Salão de cabelereiro para pintas as madeixas, afinal meus cabelos estavam tricolores e eu já estava sentindo falta de cuidar de mim. Fui pedindo a Deus que os dois ficassem bem e que eu pudesse ter paz um pouquinho, mal cheguei no salão e me u celular tocou, lógicamente que era o pai desesperado porque esqueceu qual era a medida de leite para colocar na água, após minha explicação ele desligou dizendo que ia dar leitinho para o Gustavo, não demorou mais de 1 hora e novamente ele me ligou perguntando se eu não iria demorar muito porque as irmãs dele tinham vindo visitá-lo e ele quería que eu fizesse um lanche, eu disse que iria demorar ainda bastante e que ele se virasse com elas, afinal, eu estava no meu momento e se sozinha eu tinha que me virar quan do chegavam visitas porque ele não podería? Já passavam das 8 da noite quando cheguei em casa e estavam os quatro vendo filme, mal entrei em casa e marido começou a dizer que o Gustavo tinha feito tanto cocô que se sujou todo e ele teve que dar banho sozinho no menino, também completou dizendo que dava muito trabalho cuidar dele, que ele se cansava muito menos trabalhando todos os dias o dia inteiro do que cuidando do menino, eu simplesmente rí. Também numa só tacada ele teve que fazer tudo aquilo que nunca tinha feito e no final de tudo todos sobreviveram, Gustavo limpinho e de fraldinha trocada, Jocimar exausto e reclamando de tudo e eu toda bonitona, de visual novo.





terça-feira, 21 de dezembro de 2010

As primeiras semanas

Nos primeiros dias eu pude sentir o gostinho da preocupação que todos sempre me diziam, pois ser mãe é se preocupar 24 horas por dia X 7 dias por semana, sem descanso e sem férias. No segundo dia em casa comecei a ficar preocupada porque o bebê não fez cocô desde a primeira vez na maternidade e meu leite ainda não estava descendo. Meu dia terminou e novamente fui rumo a noite insône regada a muito chororô e mamadeiras. No dia seguinte meu marido foi trabalhar logo cedo e minha mãe teve que sair para comprar várias coisinhas que eu não sabia da importância como: bomba de tirar leite, o segura-bebê, supositório, remédio para gases do bebê e conchas para tentar fazer com que o bico do meu seio, que é invertido, saísse e facilitasse a mamada do Gustavo. Conforme o dia foi passando meu leite começou a dar sinal de vida e isso me animou, porém o Gustavo não quería pegar o peito e não estava urinando como eu achava que sería o ideal e quando anoiteceu me desesperei e tive uma crise de choro implorando para Deus que meu filho estivesse bem, nisto meu marido chegou e vendo meu desespero achou melhor irmos ao hospital e lá fomos nós para a emergência, chegando lá tinha um monte de crianças na sala de espera, todas gripadas, tossindo e espirrando, na hora bateu o maior arrependimento de estar naquele lugar, mas acabamos aguardando por longas 2 horas e meia até chegar a vez do Gustavo ser atendido. Assim que entramos no consultório relatei que o Gustavo não quería pegar meu peito e que estava a 3 dias sem fazer cocô e a quase 9 horas sem urinar, a médica deu uma olhada nele e com isso ele abriu o berreiro, ela achou que ele podería estar com fome e pediu para eu tentar novamente dar o seio, na hora que coloquei o bico na boca do Gustavo ele começou a mamar e nossa! Como mamou, acho que mais de 40 minutos seguidos. A médica me disse que tudo era normal e que ele podería estar sem urinar por causa do leite artificial (era para eu dar um pouquinho de água para ele) e a parte do cocô ela nem achou nada demais, disse que um recém-nascido pode ficar até 7 dias sem fazer cocô antes de considerar que ele está com o intestino preso, saí do hospital muito mais aliviada e muito feliz por ele ter pego o peito, naquele momento eu resolví: chega de leite artificial, agora ele só irá mamar no peito!



Os dias foram passando e o Gustavo entrou num ritmo muito bom das mamadas, como estava dormindo conosco ele só acordava durante a noite para mamar e logo dormía novamente, ele estava com toda parte fisiológica funcionando perfeitamente e na primeira consulta com o pediatra já tinha ganho peso e crescido, seu coto umbilical caiu com 7 dias e até o nono dia de vida foi um doce! Dormía o dia inteiro e à noite também. Com 9 dias de vida meu pai resolveu fazer uma festa que chamou de Mijinho do Gustavo e chamou Deus e o mundo, foi um churrascão e vieram muitas pessoas, eu fiquei receosa de algo acontecer com o Gu, mas graças a Deus ele não pegou nada contagioso, rsrsrsrs!









Depois deste dia ele começou a não dormir muito durante o dia, ele cochilava uns 10 minutos e logo estava com os lindos olhinhos cor de jabuticaba abertos, e se colocasse na cama ou carrinho ele abria o berreiro, no colo ficava totalmente quietinho prestando atenção em tudo. Quanto estava com 11 dias de vida ele resolveu do nada, simplesmente ficar durante o dia inteiro acordado, isso me preocupou muito, então resolví cortar do meu cardápio tudo que continha cafeína e estimulantes, mas de nada adiantou e voltei a ingerir tudo novamente assim como minha GO tinha dito, não há nenhuma comprovação científica de que o que comemos passa para o leite, então eu continuei tomando meu tarja preta (coca-cola) todos os dias.





Conforme os dias iam passando eu comecei a me adaptar melhor a nova rotina e as poucas horas de sono que eu tinha direito isso é claro que com o Gustavo dormindo conosco na cama, que era algo que sempre critiquei nos pais e agora me via fazendo o mesmo, porém como sou muito curiosa comecei a pesquisar coisas por aqui e descobrí um nome para isso: Cama compartilhada! E também descobrí seus benefícios que eu já podía observar. Mamys me ajudou muito, muito mesmo assumindo toda minha casa e ainda me ajudando com o Gustavo.




Todos os dias assim que ele acordava eu o colocava no carrinho e dava uma voltinha na rua para pegar um solzinho, ele também começou a ficar mais atento a tudo e a fazer algumas gracinhas como balbuciar alguns sons. Como ele nasceu próximo a copa do mundo, no dia do primeiro jogo do Brasil nos vestimos a caráter e assistimos o jogo em casa, Gustavo ficou muito lindo com a roupa e até que não se assutou com os fogos na hora do jogo.



O primeiro mês do meu filho terminou regado a muito carinho, menos choros, menos horas dormidas durante o dia e à noite, com quase um mês ele já estava muito esperto e nem parecía mais aquele recém nascido!


Chegando em casa

Quando chegamos da maternidade em casa me deparei com um lindo bouquet de rosas que meu marido mandou comprar, adorei o gesto delicado e meus pais já nos esperavam, logo minha sogra chegou com minha cunhada. As pessoas iam aparecendo e durante o dia inteiro recebemos muitas visitas de pessoas que nos amam muito, por um lado eu estava muito exausta, mas pelo outro adorei saber que somos tão queridos, que nossa família é muito querida!



Conforme o dia foi passando comecei a reparar que o Gustavo estava ficando todo cheio de bolinhas e isso foi me preocupando. Quando chegou à noite ele estava totalmente empelotado, cheio de placas vermelhas e todo enjoadinho, isso me deixou muito preocupada na hora me deu vontade de ir para o hospital novamente, só não levei porque achei que podería ser algum processo alérgico a roupinha. Logo meu telefone tocou e era uma amiga que veio nos visitar mais cedo para saber como ele estava, já que ela também tinha achado estranho as manchinhas e quando eu disse como ele estava ela me relatou que o sobrinho também tinha ficado assim e a médica disse que era calor! Sim, meu filho é calorento! Assim que ela desligou tirei toda a roupinha dele, enchemos a banheira e demos seu primeiro banho em casa, quer dizer, minha mãe deu o banho pois como eu ainda não tinha comprado o pedestal da banheira e não podía me abaixar, minha mãe assumiu a tarefa. O Gustavo chorou horrores e eu só sabia rir, pois sei que é extremamente comum bebês recém-nascidos chorarem ao tomar banho, ao final do banho as placas vermelhas já estavam mais amenas e colocamos uma roupinha mais fresquinha nele.



A primeira noite em casa foi novamente insône, tadinha de mim! Imaginei que em casa eu iria dormir, mas eu mal sabia que nunca mais tería uma noite de sono como antes, agora eu me preocupava com um pedacinho de mim, me peguei várias vezes levantando e indo até o carrinho para ver se ele estava respirando, fora as vezes que ele acordou para mamar (ainda o leite artificial), então no meio da madrugada desistí do carrinho porque meu marido não acordava mesmo para pegar o Gustavo e acabei colocando ele ao meu lado na cama, dormí com meu braço protegendo meu filho e me sentí como se estivesse "protegendo minha cria".

Na manhã seguinte minha mãe veio dar banho novamente no Gustavo já que após o almoço iríamos ao posto de saúde para ele receber as duas primeiras vacinas, enquanto isso o Nem foi registrar o Gustavo e digo que morrí de medo dele registrar o Gustavo com outro nome, já que quando ele nasceu o nome dele sería Igor e o pai no cartório resolveu por conta própria homenagear um jogador do Botafogo registrando o Nem com o nome de Jocimar, mas quando ele chegou eu pedí para ver a certidão e ele ainda brincou comigo dizendo que tinha registrado o Gustavo como El Loco Abreu (Jogador atualmente em destaque no Botafogo) mas graças a Deus ele não cometeu o mesmo erro do pai e o nome do nosso príncipe ficou: Gustavo Fontes do Nascimento

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Após o almoço fomos rumo ao posto de saúde, chegando lá eu sentí muito medo, angústia e dó pois meu pequenininho iria ser judiado, pensamento controverso esse meu já que as vacinas irão protegê-lo de doenças muito mais agressivas do que duas agulhadas, mas mesmo assim disse para o Jocimar e minha mãe que entrassem com ele pois eu não iria aguentar ver, quando entraram puxei conversa com um menininho na tentativa de não ouvir o chorinho do meu filho, mas logo veio seu choro e me segurei muito para não chorar também, assim que eles saíram da sala ele já não chorava mais e fomos comprar o pedestal da banheira e aproveitei para comprar umas camisetas, já que o nosso calorento me pegou meio desprevenida, como ele nasceu no outono nunca iria imaginar que pudesse ser tão calorento já que a maioria dos bebês recém-nascidos em geral ficam todos agasalhados e empacotados em suas mantas.

No final do dia eu estava exausta e sabia que mais uma noite insône me aguardaría, naquelas horas eu pensava quando eu iria voltar a dormir como antes, mas acredito que a resposta é muito simples: Nunca mais!